Portugal. Gourmet?

Sim. Portugal é um país gourmet. Ponto. Mas é também um país que continua a ser uma incógnita para muitos. Ponto e vírgula.

O turismo que felizmente nos invade vai dando a conhecer a nossa originalidade, tanto para quem nos visita como para nós próprios. Estamos num momento fantástico como nação, equiparado apenas à realização da Expo’98 e do Europeu de Futebol de 2004. Mas agora parece diferente. Não há eventos temporais. É algo orgânico.

Apesar de tudo, a maioria tem um certo receio, do qual falamos em voz baixa, que este momento possa acabar, que seja apenas uma moda. Mas, acreditem, as descobertas que têm e temos feito ultimamente não são de modas. Portugal é gourmet. Ponto final parágrafo.

E se somos um país gourmet também somos um país criativo. E junto mais um adjetivo: qualidade. Sim, muito do que Portugal faz tem muita qualidade.

E se somos um país gourmet também somos um país criativo. E junto mais um adjetivo: qualidade. Sim, muito do que Portugal faz tem muita qualidade. Mas temos um pequeno problema. Dois pontos. Não sabemos vender o nosso país como outros vendem o seu. Falta ainda uma ideia de país que é gourmet, que é criativo e que faz coisas com qualidade.

Ainda estamos na fase de stand by. Depois de anos e anos a serem relatados fiascos financeiros, os media ocidentais falam das maravilhas (mais uma vez únicas) que se vão descobrindo aqui e acolá. É aproveitar e não ter medo daquilo que fazemos e criamos tão bem.

Agora só falta criar essa ideia a nível global. Tal como existe uma ideia dos produtos que nos chegam de França, do Reino Unido ou mesmo de Itália. É necessário, sem medos, arregaçar as mangas e dar ao mundo a ideia de qualidade do Made in Portugal. Travessão. Como sabemos, só mesmo no dicionário é que a palavra sucesso vem antes de trabalho.