Filorga: 40 anos de história no setor da cosmética de luxo

Texturas que se transformam, embalagens de luxo e fragrâncias diferentes. A Filorga completou este ano quatro décadas de história, quarenta anos de produtos invulgares. Para tal contribuiu um quadro científico com cientistas, médicos, farmacêuticos e designers que os desenvolveram.

Tudo começou em 1978 «com o desenvolvimento de soluções médicas cujo principal objetivo consiste no tratamento dos supostamente irreversíveis sinais do envelhecimento cutâneo», começa por explicar à DN Ócio o diretor geral, Joaquim Moreira.

Assim foi há 40 anos, com «soluções de mesoterapia, fillers de ácido hialurónico, peelings superficiais», recorda. «Quando em 2006, Didier Tabary, atual CEO da marca, comprou os Laboratoires Filorga, a aposta na pesquisa e desenvolvimento de soluções antienvelhecimento acessíveis a todos os homens e mulheres, passou a ser o foco do seu investimento», continua.

Foi assim que nasceu a Medi-Cosmetique, uma gama em que a componente científica foi enaltecida. Tânia Girão, gestora de produto da marca fala-nos de «uma descoberta sem precedentes que permite que ingredientes ativos até então reservados aos atos estéticos, efetuados pelo médico, penetrem o mais profundamente na pele para uma eficácia incomparável, em apenas 7 dias de utilização». «Foi o que a Filorga passou a garantir quando, juntamente com o Centre National de la Recherche Scientifique descobriu as cronosferas, uma tecnologia de encapsulação nanotecnológica, patenteada pela marca», recorda.

Joaquim já está há longos anos na área das marcas de farmácia. Foi já reformado (depois de mais de 25 anos à frente da Pierre Fabre Dermo-Cosmétique) que, em 2016, decidiu aceitar o desafio de dirigir as marcas do atual grupo Filorga Portugal.

«Porque me encontrava bem, quer física quer psicologicamente, aceitei o desafio», conta. «Volvidos dois anos já ocupamos a 5.ª posição do ranking das maiores empresas do setor e somos líderes do crescimento mensal e anual com larga margem. O nosso crescimento tem sido acima da média e permanente», recorda o diretor geral de 74 anos. «Sinto o mesmo entusiasmo e a mesma determinação que senti quando nos anos 90 arranquei com a Pierre Fabre», confessa.

Para a gestora de produto Filorga, estes cuidados traduzem a «simbiose perfeita entre a Medicina Estética e a Cosmética de luxo, de alta perfumaria». Em apenas 10 anos, a Filorga tornou-se líder no mercado da cosmética anti envelhecimento, à frente de marcas como a Dior, a Chanel e a Guerlain, em França, explica ainda.

«A Filorga não lança produtos vulgares no mercado», atira. «As embalagens são lindas e sofisticadas. Sobretudo as mulheres que gostam de se mimar querem ter uma delas nas suas casas. E fazem esse investimento com orgulho. Por poderem ter um produto inspirado na Medicina Estética que lhes dá confiança, mas que não está acessível a todos. Torna-as únicas», explica ainda.