Comida e mente saudável no restaurante do Dr. Bernard

O francês Gregory Bernard está a viver em Portugal há dois anos. Ligado às industrias criativas, como o cinema, abriu um restaurante na Costa da Caparica.

Mesmo em frente à praia do CDS, na Costa da Caparica, há um restaurante que nos quer tratar da saúde. Física e mental. Aberto todo o ano, a aposta é para comida saudável, sessões de mindfullness e residências de chefs estrangeiros.

Até final de janeiro o chef italiano Elio Bombace, responsável pelo restaurante parisiense Cibus, é quem manda na cozinha do Dr. Bernard. Produtos biológicos com toque italiano e francês é a aposta até final do primeiro mês de 2020. No menu, que completo – com entrada, prato principal e sobremesa – tem o preço de 25€ a cozinha italiana reina e com ela uma grande variedade de vegetais.

O chef Italiano Elio Bombace está a colaborar com o restaurante de Gregory Bernard na Costa da Caparica até final de janeiro(2020).

O restaurante é do empreendedor francês Gregory Bernard, ligado sobretudo às industrias criativas (sobretudo ao cinema) acredita que a Costa da Caparica tem potencial para se tornar a Venice Beach da Europa – famoso bairro cultural de Los Angeles junto à Oceano Pacífico.

E por isso decidiu abrir, em 2019, o resta uma das praias mais frequentadas pelos surfistas. E é frequente ver Bernard a surfar as ondas daquela praia.

O nome do restaurante vem da família, do pai de Gregory que é médico e a vontade de tratar da saúde aos outros também.

O restaurante quer ser mais do que isso e, como o próprio indica “um laboratório de técnicas de bem-estar, alimentação, prática desportiva e mindfullness”.

Para além dos almoços e jantares, é possível participar em aulas de surf, yoga, pilates, fitness aéreo, meditação. Há também a possibilidade de fazer programas terapêuticos individualizados com especialistas de áreas como as massagens ao coaching.

De acordo Gregory Bernard umas das maiores preocupações no seu restaurante é a proveniência dos produtos. Por isso afiram que “são comprados num raio de poucos quilómetros – o peixe na lota e os legumes no mercado ou diretamente a produtores locais que respeitam os tempos de crescimento dos alimentos”, fazendo a carta variar consoante a disponibilidade dos alimentos. Nota final: os vinhos são predominantemente biológicos.