Vestuário e calçado crescem no luxo

Vestuário e calçado são os segmentos que mais cresceram no que toca a vendas de bens de luxo em todo o mundo. Seguem-se a joalharia e relógios. As conclusões são da 5.ª edição do Global Powers of Luxury Goods da Deloitte, um estudo a que o DN Ócio teve acesso, e que revela ainda que as 100 maiores empresas de bens de luxo do mundo geraram 185 mil milhões de euros em vendas, no ano fiscal de 2016.

Este relatório anual analisa o desempenho destas empresas além de apresentar ainda as tendências chave que marcam o mercado de luxo e fornece uma perspetiva económica global.

«O mercado de luxo recuperou da incerteza económica e da crise geopolítica de 2016» destaca Patrizia Arienti, EMEA Region Fashion & Luxury Leader da Deloitte, acrescentando: «O ritmo de crescimento do mercado depende de muitos fatores, nomeadamente do turismo e da variação do rendimento disponível. Acreditamos que, ao contrário do que se passa noutros setores, o mercado de bens de luxo vai continuar a crescer

Quanto ao Top 5 mundial de empresas este continua a ser liderado pela LVMH, Estée Lauder, Richemont, Luxottica e Kering.

O estudo conclui ainda que a Itália tem o maior número de empresas no ranking, enquanto França apresenta um maior peso de vendas. China, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça, Reino Unido e EUA representam, em conjunto, 83 das 100 maiores empresas de bens de luxo a nível mundial e 90% das suas vendas, enquanto Espanha e França registam a maior taxa de crescimento.

Entre as dez maiores empresas, três estão em múltiplos segmentos do mercado de bens de luxo, duas são empresas de cosméticos e fragrâncias, duas são empresas de joias e relógios, duas são empresas de moda e apenas uma de acessórios. Três estão sediadas nos EUA, três em França, duas na Suíça, uma em Itália e outra em Hong Kong.

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