Os guardiões do luxo

Quem recebe os clientes nas lojas mais exclusivas da Avenida da Liberdade? Como se preparam? Que pedidos recebem as pessoas com a sublime missão de satisfazer os clientes mais exigentes?

Texto de Marina Almeida

«O cliente pede e nós dizemos sempre sim. E depois é que vamos mover as montanhas necessárias para concretizar. Mas a partir do momento em que dizemos “com certeza, está confirmado” vamos ter de concretizar o pedido, seja como for.» Pode ser organizar um casamento para o dia seguinte ou, como aconteceu na estreia de fogo de Filipa Ferreira, atual head concierge do Tivoli Avenida Liberdade, conseguir um bilhete para ver um jogo do Real Madrid naquela mesma tarde na zona VIP do esgotadíssimo Santiago Bernabéu (e respetiva viagem a partir de Lisboa).

Nessa tarde Filipa não almoçou, como se preparava para fazer quando a missão (im)possível aterrou na mesa de concierge. Já o cliente, que pediu «arranje‑me tudo» enquanto lhe punha o cartão de crédito nas mãos, seguiu para o almoço ‑e, não tardaria, para Madrid.

«Tive de mover montanhas e contactos para conseguir bilhete nessa área exclusiva num jogo que estava esgotado, reservar hotel, voo, motorista de turismo… Obviamente nesse dia não fui almoçar, mas consegui.»

Filipa e os seus «braços direitos» Filipe Romano e Fábio Passos, são, tal Hugo Silva, watch expert da Montblanc, e o mestre Eugénio Gomes, da Rosa e Teixeira, guardiões do luxo da Avenida da Liberdade.

Leia a reportagem completa na DN Ócio nº1, nas bancas a partir de dia 1 de julho.