Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões recebe maior navio de sempre

Tem 315 metros de comprimento e transporta quase 3 mil passageiros. Chama-se Mein Schifff 1 e é o maior cruzeiro de sempre a escalar no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões.

O Mein Schiff 1 é o maior navio de cruzeiro atualmente ao serviço da alemã Tui Cruises e está numa viagem de 12 dias de Bremerhaven, na Alemanha, até às ilhas espanholas de Gran Canárias. Pelo caminho, passou pelo Porto de Leixões, onde atracou esta segunda-feira de manhã.

Com um público composto por viajantes sofisticados, a linha de cruzeiros alemã oferece, com o Mein Schiff 1, um conceito «Premium-All-Inclusive» e ainda um ambiente descontraído, vários eventos musicais e cruzeiros temáticos.

O novo navio tem 12 restaurantes e bistrôs, 15 bares e lounges e cerca de 20.500 metros quadrados fora do convés.

Em comparação com os outros navios da TUI Cruises, o Mein Schiff 1, sob o leme do capitão Andreas Greulich, oferece um maior número de suítes e ainda 1447 cabines.

Tem ainda uma área de fitness e SPA com um total de 2.400 metros quadrados, incluindo até uma parede de escalada, uma piscina de 25 metros, ou equipamento TRX Suspension Training.

A entrada do Mein Schiff 1, com 315 metros, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, veio permitir ultrapassar o limite até agora operado de navios até 300 metros, habilitando o porto a receber navios ainda maiores, alargando a frota de navios com possibilidade de escalar este porto, um desafio para futuras operações.

«A entrada e a atracação do navio no nosso terminal não poderia ter decorrido de melhor forma, o que só revela que o novo Terminal de Cruzeiros está a cumprir os seus objetivos», salienta a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL).

Recorde-se que, este ano, o Porto de Leixões prevê o melhor resultado de sempre na atividade de cruzeiros, estimando fechar o ano com 106 escalas registadas e cerca de 110 mil passageiros. Estes números representam um aumento, face ao ano anterior, de 6% em navios e de 15% em passageiros, e representarão uma receita estimada de cerca de 8 milhões de euros na oferta turística da região.