Maior arca fotográfica do mundo chega a Lisboa

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Photo Ark, a Arca de Noé de Joel Sartore está patente na Cordoaria Nacional de Lisboa até 5 de maio de 2019. Uma exposição da National Geographic a não perder com mais de 100 fotografias de espécies animais que vivem em cativeiro, muitas delas em grave risco de extinção e outras já extintas.

Do lobo-ibérico à girafa-de-angola, “Photo Ark” do fotógrafo Joel Sartore — conhecido como o Noé da fotografia — tem imagens deslumbrantes para todos os gostos. É a exposição mais vista da National Geographic e a maior arca fotográfica do mundo que, até maio do próximo ano, ocupa um espaço de 500 metros quadrados na Cordoaria Nacional de Lisboa.

No Porto, a mostra recebeu mais de 60 mil visitantes a somar aos cinco milhões de visitantes em todo o mundo. Em Lisboa, a Arca de Sartore traz-nos o dobro dos retratos e uma dúzia foi fotografada em Portugal. Uma das fotografias foi tirada em abril deste ano, quando Joel Sartore encontrou uma toupeira-de-água (um pequeno mamífero em vias de extinção que vive em cursos de água) numa propriedade no Douro. No total, o fotógrafo passou três vezes por Portugal, onde fotografou mais de 20 espécies.

A estes animais juntam-se macacos dourados, tigres, panteras, lémures e muitos outros, que aparecem quase sempre de olhos fixados no visitante. São todos fotografados num fundo neutro e com a mesma escala, independentemente do tamanho, para destacar as suas características únicas. Uma missão iniciada há 13 anos com o objetivo de retratar as 12 mil espécies animais que vivem em cativeiro e criar um arquivo da biodiversidade global. Na sua arca fotográfica, Sartore já conta com mais de 8 mil animais diferentes.

Sejam grandes ou pequenos, mamíferos ou anfíbios, recatados ou curiosos, cada expressividade e olhar alerta para a extinção acelerada no mundo animal. Se nada mudar, até 2100 podemos perder metade das espécies animais. Razões suficientes para visitar a “Photo Ark” e conhecer as histórias encantadoras dos animais com os quais partilhamos o Planeta.

Os visitantes podem ainda assistir a três documentários sobre o projeto que já percorreu mais de 300 jardins zoológicos, aquários, centros de reabilitação e reservas de criadores particulares. O convite para visitar a Arca de Sartore estende-se a qualquer dia da semana, inclusive no natal e ano novo. Os bilhetes individuais custam entre seis e dez euros, já as crianças até quatro anos têm entrada livre. Uma oportunidade imperdível, aberta ao público até 5 de maio, com visitas guiadas para grupos e atividades lúdicas para crianças.

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